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Emboscada:
 
Pra que me dizer se não é capaz?
te pego na saída e vamos ver quem vai ficar
Pra que me dizer se não é capaz?
te pego na saída e vamos ver quem vai ganhar?
Quem vai ganhar?


Reze suas preces e não conte com ninguém
Veja tudo como se não houvesse amanhã porque
Parece um dia tão normal, mas em cada esquina você pode vacilar
E então vê se cuida rapaz, e então estamos quase quites

Se ainda não percebeu, isso é uma

emboscada, armadilha
emboscada, armadilha

Se cada ação traz junto uma reação, você sabia que essa hora ia chegar e
Ainda assim se escondeu
E eu cada vez mais perto, esse jogo é meu, e então é xeque-mate, rapaz
E então fim de festa pra você

Se ainda não percebeu, isso é uma

emboscada, armadilha
emboscada, armadilha

Pra que me dizer se não é capaz?
te pego na saída e vamos ver quem vai ficar
Pra que me dizer se não é capaz?
te pego na saída e vamos ver quem vai ganhar?
Quem vai ganhar?


Reze suas preces e não conte com ninguém
Veja tudo como se não houvesse amanhã




- Postado por: Tatinha às 22h34
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Lado Z atualizado!!
 
Já está na seção Lado Z a música "Suas Armas" que a banda gravou para a trilha do filme "Meu Tio Matou Um Cara".
Também foi adicionada a música "Faz Parte do Cotidiano" que Pitty gravou com a banda Devotos


- Postado por: Tatinha às 22h33
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Clipe novo na área!!!...
 
Amanhã, dia 14/12, estreia o clipe da música "Semana Que Vem" no programa Pulso da MTV!
O programa vai ao ar as 20h30 e é reprisado as 2h30!
Não percam!!!


- Postado por: Tatinha às 22h32
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- Postado por: Tatinha às 12h00
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- Postado por: Tatinha às 11h58
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A Pitty é foda se liga:
Ela está concorrendo ao Grammy latino deste ano na categoria Melhor Album Rock!!!


- Postado por: Tatinha às 17h06
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- Postado por: Tatinha às 17h06
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Hj eu li uma notícia lá no site oficial dela q me deixou muuuuuuuuuuuuito feliz......a Pitty vai lançar clipe da música Semana que vem q na minha opinião é a melhor de todas.....então nossa....num vejo a hora de ver esse clipe....vai ser fodaaaaa.....eh isso....agora eh soh aguardar!!!



- Postado por: Tatinha às 17h05
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Equalize

As vezes se eu me distraio
Se eu não me vigio um instante
Me transporto pra perto de você
Já vi que não posso ficar tão solta
Me vem logo aquele cheiro
Que passa de você pra mim
Num fluxo perfeito
Enquanto vc conversa e me beija
Ao mesmo tempo eu vejo
As suas cores no seu olho tão de perto
Me balanço devagar, como quando você me embala
O ritmo rola fácil, parece que foi ensaiado


E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é


Eu vou equalizar você
Numa freqüência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim

Adoro essa sua cara de sono
E o timbre da sua voz
Que fica me dizendo coisas tão malucas
E quase me mata de rir
Quando tenta me convencer
Que eu só fiquei aqui
Porque nós dois somos iguais
Até parece que você já tinha
O meu manual de instruções
Porque você decifra o meu sonhos
Porque você sabe o que eu gosto
E porque quando você me abraça o mundo gira devagar


E o tempo é só meu e ninguém registra a cena
De repente vira um filme todo em camêra lenta
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é


Eu vou equalizar você
Numa freqüência que só agente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim



- Postado por: Tatinha às 17h03
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Pitty em ação, domingo, no palco do Canecão: carisma e domínio completo do público *Foto: Div./ Jorge Bispo

O Rio continua lindo e partido. Domingo de Páscoa, 19h30, o tiroteio come solto entre traficantes e policiais na Rocinha, o Flamengo acaba de colocar a mão no campeonato carioca com 2 x 1 sobre o Vasco e Felipe evocando Garricha e, no Canecão, em Botafogo, a molecada começa a chegar para ver o primeiro show de Pitty na casa.

Pitty, 26, é a garota bonita e de atitude que o rock nacional esperava há tempos. Vendeu 50 mil cópias do primeiro CD, Admirável chip novo (DeckDisc), emplacou três hits consecutivos, faz uma média de 15 shows por mês, é respeitada no meio musical e atrai adolescentes e crianças com seu rock sujo e look de "Barbie dark".

No camarim, o grande Joe (baixo) fala que ainda não sente "essa história de mainstream", que sua relação com as pessoas continua igual aos tempos de ralação no underground de Salvador. Faz sentido. A "artista" é Pitty, o foco recai praticamente todo em cima dela. Ela, que sabe disso, prepara o visual e a maquiagem no camarim ao lado.

Na noite anterior, Pitty e os cúmplices Joe, Duda (baterista e namorado da cantora) e Peu se apresentaram em Pará de Minas, interior de Minas Gerais. Lotado, para variar. Peu, bom guitarrista, ainda guarda marcas de cansaço no rosto. O roadie Caio fica sabendo que um brother skatista foi uma das vítimas da guerra na Rocinha. É, o Cristo Redentor precisa de reforços para zelar pelo Rio.

Às 20h45, com cenário novo criado especialmente para a ocasião, Pitty abre a noite com Só de passagem, cuja letra simboliza bem o espírito da cantora baiana: "Eu possuo muitas coisas/ E nada disso me possui/ Espíritos são livres, espíritos passeiam por aqui". Vários espíritos presentes, aliás, são novinhos, tenros, fofos mesmo.

Público dominado - Atrás de mim, as irmãs Flávia, 8, e Teca Lemos, 7, e a amiga Luísa, 9, se esgoelam na hora de Teto de vidro e Admirável chip novo. Embolado no início, o som melhora e faz crescer a dominação - furiosa, hardcore pop, sensual - de Pitty sobre 1.500 pessoas (metade da lotação, número ótimo para o final de um feriadão e apenas uma semana após a cantora fazer show no Morro da Urca, com o Planet Hemp).

Um ano de estrada azeitou ainda mais a força (im)perfeita de Pitty no palco, a sintonia com a sua boa banda. Ela manda a nova Brinquedo torto (deve entrar no segundo álbum) e covers espertos de Love buzz (da banda holandesa Shocking Blue, foi regravada pelo Nirvana em seu primeiro disco) e Deus lhe pague (Chico Buarque).

Equalize, que até bem pouco tempo Pitty não gostava de cantar por ser a faixa romântica do disco, é acompanhada merecidamente em coro pelo público. A cantora chama B-Negão ao palco na hora de mais um cover interessante, Private Idaho, do B-52´s, talvez o mais conhecido representante da new wave americana da década de 80.

Com bis e tudo, o show dura uma hora. Curto, invulgar e caceteiro. O camarim, decorado com flores e pôsteres de Pitty, é invadido pela molecada, músicos do indie rock carioca, atores de Malhação e jornalistas. Deu tudo certo e a cantora brinca ao ser cercada por várias garotinhas: "Meu Deus, isso aqui parece uma creche!".

João Bernardo Caldeira, crítico do Jornal do Brasil, comenta o sucesso da artista: "Num momento de crise, de escassos investimentos da indústria fonográfica, Pitty representa um sopro de esperança para todo o cenário independente e underground, que teme não ver a luz no fim do túnel. Ela é a prova viva de que trabalho árduo e dedicação ainda podem levar a música brasileira a algum lugar. Prova também que é possível fazer sucesso em todo o Brasil sem deixar para trás seu DNA indie e as raízes fincadas na cena roqueira de Salvador. Tão mainstream quanto um McDonald´s, tão errante quanto um Michael Moore".

E como as pedras estão rolando mesmo, Pitty se apresenta domingo no Festival Abril Pro Rock, em Recife (evento onde se apresentou em 2003, mas no palco 2) e dia 29 faz a versão paulista do Canecão. Isto é, canta pela primeira vez numa casa tradicional do circuito mainstream de São Paulo: na DirecTV Hall, nos Jardins. A luta continua.



- Postado por: Tatinha às 20h19
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Pitty: tesão na música que faz

De uns tempos pra cá, o rock nacional tem se mostrado muito acomodado. Basta uma banda fazer relativo sucesso que um sem número de outras se enveredam pelo mesmo caminho, soando simples clones. Eis que surge, da Bahia, uma voz feminina, na contramão de tudo o que estava sendo tocado. Ela bradava aos quatro ventos que “o importante é ser você” e colocou novamente as guitarras distorcidas e ‘riffs’ pesados na programação das rádios e dos programas de videoclipe. Nessa entrevista exclusiva para o Rock Online, Pitty conta suas origens, seus pensamentos e seus planos.

De onde veio a Pitty? Qual a sua história na música até chegar onde está?

Pitty: Eu venho dos botecos e do roque de Salvador, tive algumas bandas e a mais expressiva delas foi o Inkoma. Toquei batera com as meninas da Shes, fiz som com pessoas diversas... de lá pra cá são quase dez anos.

Como é fazer som pesado em Salvador? A cena local é forte?

Pitty: É atípico, a princípio, mas desde que eu me entendo por gente em Salvador sempre houve uma cena rica, com bandas bacanas, guerreiras e comprometidas em fazer o que gostam. A cena tem se renovado bastante, do Inkoma pra cá muita coisa mudou e surgiram novas vozes. Nancyta, Mutation Lab, Retrofoguetes, Brinde...

Como aconteceu o contato para a gravação do álbum de estréia?

Pitty: Eu já conhecia o Rafael (Ramos, produtor do disco) há bastante tempo, o selo dele havia lançado o EP da minha banda, ele também tinha uma banda de HC, enfim... Um dia nos falamos, depois de um tempão, e ele ficou curioso pra ouvir o q eu estava escrevendo, já que o Inkoma tinha acabado. Ouviu, se amarrou, e resolvemos registrar.

Foi difícil achar os músicos que tocam hoje com você?

Pitty: Estavam o tempo todo bem próximos, nos conhecemos todos desde a adolescência, do Rock de Salvador. Todos tínhamos bandas que tocavam juntas nos mesmos lugares. Apesar de estarem próximos, houve o processo de amadurecer quem estaria no projeto, levando em conta afinidade, disponibilidade etc. Pra ser uma banda não basta dizer, tem de ser. Tivemos o nosso processo e hoje estamos aqui, juntos.

Rafael Ramos, da Deck Disc, já está se tornando nome conhecido na produção de bandas. Como foi o trabalho com ele? Muita coisa foi mudada do que você tinha pensado originalmente?

Pitty: Eu tinha as músicas em voz e violão, então houve um pré-produção com os meninos e o Rafa acompanhando. Todos nós fizemos os arranjos e depois, durante a gravação, muita coisa foi experimentada e criada. Trabalhar com o Rafa é diversão, deleite, a gente é irmão e contemporâneo das mesmas coisas. Temos referências parecidas. Ele é esperto, ligado em música, conhece o antigo e busca o novo.

O nome “Admirável Chip Novo” é uma referência ao clássico da literatura “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Acha que para um compositor, tão importante quanto o que ele ouve é o que lê?

Pitty: No meu caso, sim. Tudo o que eu leio, vejo, converso e degusto, entra pelos cinco sentidos e sai em forma de som.

Qual a sua ligação com escritores e cineastas que abordam temas futuristas? Essa é a sua preferência nas artes?

Pitty: Quando escrevi algumas músicas deste disco eu estava numa fase bem ficção. Tinha visitado um sebo e achado tesouros de Asimov, Huxley, Orwell. Também havia assistido Clube da Luta, coisas de David Lynch... estava totalmente inebriada por esse universo, que é extremamente atual e sempre vai ser. A humanidade vive a beira do caos e do colapso, e sempre será assim.

Acha que um dos motivos para a aceitação imediata de seu trabalho tenha sido a estagnação do Rock brasileiro nos últimos anos? Fazia um tempo que não se ouvia guitarras distorcidas na rádio...

Pitty: Pois é... imagina meu susto de ver a música tocando tanto por aí. Eu realmente não contava muito com isso, porque o que se ouve nos ‘dials’ da vida é sempre aquele clone-de-banda-que-deu-certo, ou coisas inofensivas. Que mais bandas apareçam comprometidas só com o tesão na música que fazem!

Incomoda o fato de que grande parte do seu público seja o mesmo de Avril Lavigne e afins, com quem você rejeita tanto ser comparada? Afinal, você é muito bem votada no Disk MTV.

Pitty: Não incomoda e não há toda essa rejeição. Eu só quero deixar claro que são coisas diferentes. Faço isso porque não quero que o ouvinte seja enganado! Não adianta o sujeito comprar o disco achando que vai ter ali seu ídolo gringo cantando em português porque não é verdade. Acho ótimo que a gurizada esteja ouvindo o som, a velharada e todo mundo. Quero fazer música para quem estiver disposto a ouvir.

Suas influências são bastante variadas já que você gosta também de Jazz, Blues e MPB. Esse tipo de som acaba te influenciando na hora de compor? Tem vontade de um dia explorar seus limites como cantora e fazer algo nessa linha?

Pitty: Tudo influencia e acaba misturado ao caldo sonoro da banda. Eu faço nos vocais tudo o que me dá vontade!

Como foi gravar uma versão para “Deus Lhe Pague”, do Chico Buarque?

Pitty: Muito prazerosa. Foi esquema ‘jam session’. A poesia é inspiradora e o instrumental ficou pesado, do nosso jeito.

Você já está confirmada para um Luau MTV, na programação de verão da emissora. Não teme descaracterizar demais sua música interpretando-as dessa maneira?

Pitty: Pelo contrário. É uma reinterpretação dentre várias interpretações que a música pode e deve ter. Atire a primeira pedra quem nunca sentou numa rodinha de violão e cantou com os chegados, a plenos pulmões, aquelas canções clássicas.

A gravação desse Luau MTV é um indício de que no futuro poderemos esperar um “Acústico Pitty MTV”?

Pitty: Muito cedo pra pensar nisso. Estamos trilhando um caminho, nos divertindo e aprendendo com o que aparece nele. Esse disco ainda dá um caldo!

Quais os próximos passos da Pitty? Pode adiantar algo sobre o disco novo?

Pitty: Existem algumas músicas prontas, outros embriões, mas vai sair só mais pra frente. Vai ser feito com calma, bem curtido.

Deixe alguma mensagem aos fãs e a todos os que acessam o Rock Online.

Pitty: Valeu a todos vocês aí. Boa sorte, bons discos, e não deixem seus ouvidos a deriva!


- Postado por: Tatinha às 20h16
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Já esta nas bancas a revista Jovem Pan nº 11, que traz uma entrevista com a Pitty.
Além disso, ainda vem um cd com o clipe de Teto de Vidro para assistir no computador!
Garanta sua copia já

- Postado por: Tatinha às 20h13
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Música nova nas radios!!
Semana Q Vem é a nova música da Pitty que já está rolando nas rádios! Se você quiser escutá-la,ligue e peça pra tocar nas rádios de rock da sua cidade .
E vem clipe novo, em breve tb. Mais notícias aqui no site, aguardem.


- Postado por: Tatinha às 20h13
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Atenção:
Existe uma pessoa no msn se passando pela Pitty!!! O email é pitty_leoni@hotmail.com , fiquem ligados!! Essa pessoa vem enganando os outros dizendo q é a Pitty, e é só mais uma das várias xerox q têm aparecido por aí. Lembrando q falsidade ideológica é crime, podem desmascará-la a vontade. :-)


- Postado por: Tatinha às 20h12
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Andei por tantas ruas e lugares
Passei observando quase tudo
Mudei o mundo, gira num segundo
Busquei dentro de mim os meus lares
E aí, tantas pessoas querendo sentir
Sangue correndo na veia
É bom assim, se movimenta está vivo
Ouvi milhões de vozes gritando...


Eu quero ver quem é capaz
De fechar os olhos e descansar em paz

Quem não tem teto de vidro
que atire a primeira pedra

Na frente está o alvo que se arrisca pela linha
Não é tão diferente do que eu já fui um dia
Se vai ficar, se vai passar, não sei
E num piscar de olhos, lembro o tanto que falei
deixei, calei
e até me importei
Mas não tem nada, eu tava mesmo errada
Cada um em seu casulo, em sua direção
Vendo de camarote a novela da vida alheia
Sugerindo soluções, discutindo relações
Bem certos que a verdade cabe na palma da mão
Mas isso não é uma questão de opinião

E isso é só uma questão de opinião


- Postado por: Tatinha às 20h04
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